
segunda-feira, 4 de abril de 2011
Ter amigos é tão bom...

terça-feira, 29 de março de 2011
Último adeus ao José
O médico Raul Cutait afirmou, na tarde desta terça-feira, que o ex-vice presidente José Alencar, de 79 anos, "está se preparando para descansar". A declaração foi dada na porta do Hospital Sírio-Libanês, onde Alencar está internado na na unidade de terapia intensiva (UTI) desde segunda-feira.
- Como vocês viram no boletim, o vice-presidente está na fase... se preparando para descansar - disse Cutait.
(Fragmento retirado do site do Extra: http://extra.globo.com/noticias/brasil/medico-diz-que-jose-alencar-esta-se-preparando-para-descansar-1437553.html)
A notícia que segue, é a mais triste de todas, mas inevitável, infelizmente, para todos nós:
Morreu nesta terça-feira (29), aos 79 anos, o ex-vice-presidente da República, José Alencar, que lutava contra um câncer desde 1997.
Sentimos essa perda, todos nós, brasileiros, que acompanhamos sua luta. Não foi uma luta contra a morte, mas uma luta pela vida. Ele, mais que todos, representou o espírito do brasileiro, que não desiste nunca. Foram 13 anos de uma batalha injusta e inglória, contra um câncer, que já em metástase, vivia migrando por seu corpo.
Nos acostumamos, nos últimos meses, a vê-lo, sair de hospitais, sempre sorrindo, sempre apregoando esperanças. Claro que não era perfeito. Claro que alguém encontrará defeitos e tentará manchar sua imagem. Não importa. O que fica para nós, é o seu exemplo. Como empresários, como vice-presidente e como ser humano.
Hoje, todos choramos sua morte, como filhos que perdem seu maior exemplo. Políticas e polêmicas à parte, sentiremos falta do bom-humor, do carisma e da força desse grande brasileiro, que como Alexandre, o Grande, "saiu da vida, deixando para trás a glória eterna".

"Não tenho medo da morte, tenho medo da desonra. Se o sujeito é um político honrado, ele não morre nunca. mas se ele não tem honra, ele morre em vida." José Alencar.
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Pois você já pode descansar, velho amigo. Descansar, apenas, porque para nós, você nunca morrerá.
Obrigado, José, por tudo.
sábado, 26 de março de 2011
Vieira

Desde os tempos mais remotos de minha memória como adolescente, tenho a imagem de uma pessoa. Diferente, excêntrica, única. Como entrou na minha vida, nem lembro mais. Só sei que nunca mais saiu também. E jamais sairá.
A pessoa em questão é uma das mais humanas dos seres humanos. Uma das mais fiéis amigas que se pode ter. Uma das mais confiáveis aliadas que se pode desejar. A cúmplice que mais se deseja na hora do aperto. A palavra que mais se precisa quando o coração sangra.
Não é perfeita, é verdade. Nada o é. Mas mesmo os seus erros são humanos, tanto quando sua capacidade de se redimir. Através dos anos, me acostumei com o seu jeito peculiar de amar. De ME amar. Com um ciúme que quer me proteger do mundo todo. Entendi que um amor assim só pode vir de um tipo de pessoa:
Irmã. De sangues separados, mas de almas fundidas. Não há nada no mundo que eu não fizesse por ela, porque ela já me deu inúmeras provas de que faria tudo por mim. A amo de graça, mesmo que eu a veja bem menos do que eu gostaria. Desejo-lhe, contudo, tudo de melhor que o mundo tem para oferecer, e muita paz, muita saúde e muitas realizações. Mais um ano. Mais uma chance de eu te agradecer por existires na minha vida.
Te amo, irmãzinha.
Feliz aniversário.
Guilherme.
quarta-feira, 23 de março de 2011
A Via Láctea
quinta-feira, 10 de março de 2011
"Saudade mata a gente, menina".

quarta-feira, 9 de março de 2011
segunda-feira, 7 de março de 2011
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
Juventude transviada - Cazuza
**Uma psicóloga** que assistiu ao filme escreveu o seguinte texto:
'Fui ver o filme Cazuza há alguns dias e me deparei com uma coisa
estarrecedora.. As pessoas estão cultivando ídolos errados..
Como podemos cultivar um ídolo como Cazuza?
Concordo que suas letras são muito tocantes, **mas reverenciar um
marginal como ele**, é, no mínimo, inadmissível.
**Marginal, sim,** pois Cazuza foi uma pessoa que viveu à margem da
sociedade, pelo menos uma sociedade que tentamos construir (ao menos
eu) **com conceitos de certo e errado**.
**No filme, vi um rapaz mimado, filhinho de papai que nunca precisou
trabalhar para conseguir nada**, já tinha tudo nas mãos. **A mãe
vivia para satisfazer as suas vontades e loucuras.**O pai preferiu
se afastar das suas responsabilidades e deixou a vida correr solta.
**São esses pais que devemos ter como exemplo?**
Cazuza só começou a gravar porque o pai era diretor de uma grande
gravadora..
**Existem vários talentos que não são revelados** por falta de
oportunidade **ou por não terem algum conhecido importante. ***
* **Cazuza era um traficante,** como **sua mãe revela no livro**,
admitiu que ele trouxe drogas da Inglaterra, **um verdadeiro
criminoso**. **Concordo com o juiz Siro Darlan quando ele diz que a
única diferença entre Cazuza e Fernandinho Beira-Mar é** que um
nasceu na zona sul e outro não.
Fiquei horrorizada com **o culto que fizeram a esse
rapaz**,**principalmente por minha filha adolescente** ter visto o
filme.**Precisei conversar muito para que ela não começasse a pensar
que usar drogas, participar de bacanais, beber até cair e outras
coisas, fossem certas**, já que foi isso que o filme mostrou.
Por que não são feitos filmes de pessoas realmente importantes que
tenham algo de bom **para essa juventude já tão transviada**? Será
que ser correto não dá Ibope, não rende bilheteria?
Como ensina o comercial da Fiat, **precisamos rever nossos
conceitos**, só assim teremos um mundo melhor.


segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
Auto-catártica
sábado, 5 de fevereiro de 2011
SÓ SENDO PARAENSE PRA ENTENDER
Pará
Um dia eu tava buiado, pensei em ir lá em baixo comprar uns tamatás. Tava numa murrinha, mas criei coragem, peguei o sacrabala e fui. Chequei tarde só tinha peixe dispré. O maninho que estava vendendo tinha uma teba de orelha do tamanho dum bonde. O gala-seca espirrou em cima do tamatá do moço que tinha acabado de comprar, e no meu tembéim. Ficou tudo cheio de bustela...Axiiiiiii, porcaria!
Não é potoca, não. O dono do tamatá muquiou o orelha-de-nós-todos, mas malinou mesmo. Saí dalí e fui comer uma unha. Escolhi uma porruda! Égua, quase levei o farelo depois. Me deu um piriri. Também...perece leso, comprar unha no veropa. Comprei uns mexilhões, um cupu e um pirarucu, mto fiiiiiirme, mas um pouco pitiú.
Fui pra parada esperar o busão. Lá tinha duas pipira varejeira fazendo graça. Eu pensando com meus botões...ÊEEEE, ela já quer... Mas, veio um Paar-Ceasa sequinho e elas entraram...Fiquei na roça, levei o farelo. O sacrabala veio cheio e ainda começou a cair um toró, égua-muleke-tédoidé, pense num bonde lotado. Eu disse: éguaaaaaaaa, voimbora logo.
No sacrabala lotado, com o vidro fechado por causa da chuva, começa aquele calor muito palha. Uma velha estava quase despombalecendo. Daí o velho que tava com ela gritava arreda aí menino pra senhora sentar aí do teu lado. O menino falou: Hmm, tá, cheiroso..








